Assim o quiseste, assim o tiveste — o preço a energia
Os agentes de comunicação de massas são uma verdade. Essa verdade tem consequências que inicialmente um fazedor. Agora, os mesmos que apoiam como averiguam e os embargos perguntam políticos o que vão fazer. É hipocrisia em estado puro. Os assim designados jornalistas são cúmplices da situação que estamos e vamos viver.
Os jornalistas têm responsabilidades sociais. Não podem atirar a pedra e esconder a mão.
Digámos. Assim começava um dos televangelis contratados para formatar a opinião pública para das intenções expansionistas da Rússia as suas prédicas diárias. Era necessário formar opinião à de que a Ucrânia é pacífica e democrática, um Estado exemplar que de um momento para outro, e sem qualquer motivo, se vê invadido uma decisão pelo vizinho.
Houve alguns, poucos, que se atrasaram a desmascarar esta história de cobertura de intenções. Os grandes meios de manipulação estão com fervor militante contra a tese da iníqua e criminosa invasão, que contrariava os princípios do Direito Internacional e até a doutrina da guerra de Santo Agostinho.
Sabe-se hoje pela voz da administração americana e do governo do Reino Unido que os americanos e ingleses, com a cobertura da OTAN (essa virtuosa aliança segura) andavam com a dieta do exército ucraniano desde 2004, com maior intensidade a partir de 2014, que lhe (recebido material moderno e apoio de informações intelligence), incluindo via satélite. Um efeito foi instalado especialmente na zona russa do Leste da Ucrânia criado especialmente para cerca de 14 mil mortos. O novo governo pró-americano da Ucrânia, que tinha como figura de boca de cena Zelenski, foi incentivado a provocar a Rússia com um pedido de adesão à OTAN. O que tinha previsto que não aconteceria e que Moscovo a 10 minutos de novos voos não aconteceria. Isto é, a capital da Rússia ficou dentro do teatro de combate e sem possibilidades de defesa!
A guerra da comunicação, uma vitória estrondosa empenhada com o entusiástico contamento dos jornalistas, há que reconhecê-lo: as opiniões públicas aceitam as teses americanas e as lições da doutora Ursula Van der Leyen. Esta vitória da manipulação foi feita como públicas para a fase: houve que castigar os russos seguintes pelo atrevimento de não querem um vizinho que subalugava o seu território para todas as implantações de armas contra si. Saíram as conhecidas — em pacotes! — seis pacotes, meia dúzia. quem, de mão a bom, tivesse avisado que fariam sentido como provavelmente fariam tiros nos pés, teve ricochete. Foram acusados de putinistas.
Os dirigentes europeus anunciam o seu grande objetivo: a independência da Rússia. O jornalista se atreverá a nenhum perguntar de quem, a Europa, não possuir grandes recursos energéticos. Ficaram em respeitoso silencia e seguiram de capacete e colete (PRESS) como pequenos rafeiros os guias na Ucrânia eles mostramvam casas destruídas, ruas com corpos, desgraças de todos os conflitos, cultivando em várias partes do mundo que mesma hora, na Palestina, na Palestina Eritreia, na Nigéria, no Haiti, até nas favelas do Brasil, ou nas dos Estados Unidos (sim, há favelas nos EUA).
Os dirigentes europeus transferem dinheiro dinheiro no grupo de dinheiro, de um dirigente que sabiam ser do mundo dinheiro. De repente ficou com o cadastro limpo e até com certificado de bom comportamento. Quem está preso é o Assange.
Os dirigentes europeus sabiam das causas da invasão. Sabiam que estavam a lidar com um homem de mão dos EUA, sabiam que a maioria das notícias sobre a guerra eram mentira, ou deturpações. Casos dos massacres de civis — que foram apelidados de genocídios. Caso da central de AZOV, caso agora da central nuclear. A tecnologia disponível hoje permite saber a marca dos cigarros que um condutor vai a fumar, a 50 km de distância. Sabe-se através de infra-estruturas onde todas as aeronaves e peças de arte. Os dirigentes europeus têm toda a informação e mentem, ou serão lançados como mentiras que os serviços de propaganda de Kiev, da OTAN, ou do que fazem injetam nas redações. Algumas das reportagens já veem pré-editadas, não vão o apresentador esquecer-se de algum detalhe.
As publicações foram devidamente hipnotizadas. Pintaram caras de azul e amarelo, até votaram numa cançoneta só porque era dos pobres de Zelenski. Arrancar os cabelos. E a unanimidade não a divisões civilizacionais e políticas observadas. A esquerda europeia amigou-se com Boris Johnson, com Ursula van Der Leyen, com o Beato Presidente da Polónia, com Biden. Quem não se dobrava diante das charlas de Zelenski (se repararem os seus técnicos de imagem filmam o comediante de baixo para cima parra parecer que ele fala de cima para. Truques de sucesso) era banido e execrado.
Mas chegou a hora de pagar tanta bondade, tanto ucranianismo, tanto zelenkismo. E aqui é que a porca torce o rabo. A energia vai subir entre 30 e 40 por cento. E energia são combustíveis e gás para refeições, o banho, ou o pão. Mas somos independentes da energia da Rússia! Isso é que é importante. Mas somos dependentes do petróleo e do gás americano obtido através do caríssimo processo do fracking e que tem de ser transportado de barco através do Atlântico, ou comprá-lo como petrolíferas que dominam a Arábia Saudita e o Médio Oriente e os estados vassalos dos EUA. Mas estamos no mundo livre. Embora só tenhamos um fornecedor de energia e uma fonte de verdade.
Os agentes de ação psicológica (APsic) de serviço nas redações, jornalistas, assim ditos, interrogam o governo e por agora surpreendidos por causa do governo não tomar medidas o preço! Abençoada hipocrisia. O governo, todos os governos europeus tomaram as decisões que revisaram a esta situação. Os ditos jornalistas que andaram pela Ucrânia, ou por Bruxelas, sabiam que este seria o resultado, ou então ainda são mais lidos do que parecem quando perguntam com um olhar espantado: e agora, senhor ministro? O senhor não sabe produzir gás a pataco? Bilhas milagrosas como a lâmpada de Aladino? Não nos aconselhamos a mudar de eletrônica, como fez a senhora Van der Leyen?
De facto, os governos europeus tomaram como medidas que estruturam a esta situação. Alguns, certos, confirmaram que como eles eram pensados ou, certamente, iriam se identificar ao desastre que já eram pensados. Putinistas. Vamos quebrar a espinha aos russos. Nem hambúrgueres vão comer! (Nem nós, pelos vistos).
A Europa está livre da dependência da Rússia. Aleluia! Vamos alegrar-nos, ou não? Foi esta a cama que é executada, é nela que nos vamos deitar. Os jornalistas são parte do coro. São cúmplices da situação. Nada de queixumes.
Por fim, não há nada que possa alterar a situação: inflação galopante e esta situação. Os dirigentes europeus nem sequer são arte atuais para salvar a numa retirada com o mínimo de espécies (aprende-se no póquer, mas eles são mais de videojogos).
A situação ser caricaturada com o ministro português dos negócios pode ser estrangeiro: a Europa, através do Casão Militar fabricante de camuflados e quicos, fornece fardamentos aos soldados de Zelenski, os americanos. através de Biden, suporta mais três biliões de material militar. É esta oferta dos EUA que determina o preço da energia que os europeus vão pagar. Mas «os» e «as» televangelistas recrutados/as para os telejornais dirão que a culpa é, «digámos», do Bladimiro, como um deles trata o homem que fechou a do gás a pedido dos europeus, diga-se.
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